quarta-feira, 30 de junho de 2010

Parabéns -Pequeno presente-

É verdade que eu estou bem atrasada em escrever esse poema, mas infelizmente me faltava tempo e nao o pude vir antes. Mas agora eu to aqui!Esse poema é um presente, para o meu amado mestre, ou melhor, para um grande amigo!!!Mas estou atrasada pois o niver dele foi a um tempinho atras XD hsauhua Típico de Gabi, mas td bem, agora, espero que gostem, vai do fundo do ♥.


Eu nunca vi os seus movimentos...
Mas os imagino suaves
Intensos e gentis
Tal como um sorriso mais longo
Ou um olhar acalentado

Já observei o seu rosto
Acho que estático em alguma pintura
Tinha suas linhas dispostas de forma macia
Contornando o semblante amigo
O desenho da confiança

Mas se há um caminho que adoro é o seu coração
Ficar dançando sobre as letras dos seus sentimentos
Explorando os seus sentidos
Lendo e relendo a sua emoção
Em silêncio...
Esperando os sussurros dos anjos...
Dizendo o que não vejo...

Mas quanto mais lhe busco
Mais entendo que não sei nada sobre você
Mais fascinante se torna a caçada!
Eu tento encontrar os seus suspiros para compreender
E observo a brisa para ver se deixou algum dos seus segredos flutuar
Obviamente não está lá
Mas isso nunca me faz desistir
Isso nunca me fez deixar de lhe amar

Só que hoje é seu aniversário...
E eu não tenho nada além de palavras e carinho para lhe dar
Meu afeto foi a linda flor que cresceu apartir da sua semente
E em palavras só sei dizer que lhe adoro...

Não é muita coisa, sei disso
Mas é o que posso oferecer
Não há como cobrar mais
O meu coração nunca soube falar
E eu nunca saberei escrever o quanto...
O tanto que vocêé especial...




Feliz aniversário, FOWL...É um pequenino presente, mas com grande significado  =)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Fantasmas

Olá pessoas! Estou eu aqui de volta ao Complexo Paranóico, com um poema ruim novo.
Não tenho muito o que falar sobre esse tempo sem escrever por aqui, então vamos ao poema.

Fantasmas

Eles estão voltando,
sem caras brancas
ou correntes a arrastar.
Ficam ali me encarando:
são as minhas lembranças,
todo meu medo de errar.

Me perseguem pelas ruas,
me encontram em cada esquina,
se infiltram em minha mente
E com suas verdades cruas
eles susuram minha sina:
vou arder eternamente


Oh, criaturas sem face
Voltem já para o passado
Deixem-me ser alguém novo
Pois cada erro apagado
É um futuro que nasce
É um “começar de novo”
Por Hélder Pereira

Peço que perdoem coisas como 'rimas pobres' ou mesmo a falta de métrica.. o fato é que eu jamais aprendi sobre tais coisas, tenho apenas uma vaga noção do que sejam XD


Abraços!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Mas o coração não parou...

Bom...Eu havia dito para um querido amigo meu (O Helder) que escreveria um conto a respeito de mistério, mas ele ficará( talvez) para depois, as vezes a vida nos surpreende...E a cá estou eu, pronta para mais um poema(na verdade uma prosa lírica) de amor, mais romantismo....
É, parece que todos pensamso muito nisso, no amor, na magia...E para isso transbordamos em palavras, não? Creio que hoje eu esteja um pouco mais nostalgica e sonhadora do que o costume, por isso, me perdõem se eu for...Sentimentalista demais, eu nunca disse que sempre teria os pés no chão XD
Espero que gostem, beijos.

Toquei a janela embassada pela chuva, e minha palma ficou marcada...Tal como seus pedaços na minha alma, e as manchas do meu coração confuso e machucado...Não que você houvesse esquecido a minha existencia ou matado o nosso amor, mas onde estaria toda aquela felicidade agora? O espelho estava vazio e os lençois repolsavam desarrumados e solitários, sem você para aquece-los, mais pareciam a neve desajeitada tentanto preencher a toca do coelho.
Meus suspiros escorriam no vidro frio, enquanto tentava ver-te atravéz da tempestade...Do outro lado da cidade, meu amor.Cheia de lembranças, talvez até fosse demais para suporar, talvez essa cruz não fosse exatamente a minha.Talvez eu apenas quisesse ser sua, inteira e dignamente sua!Na saúde e na morte, na loucura e na sorte! Sem asas para proteção, ou a inocencia infantil...Ou nada...
Talvez a minha ingenuidade ou seus olhos tão sutis, o que seria capaz de explicar tamanha paixão?Seria surreal tudo o que sentiamos?Ou apenas sangue e veias?Mais uma gota na chuva ou um raio de Sol, que batendo no rosto palido exige a verdade...E os guardas chuva sempre dispóstos a apagar o frio e o calor, a solidão e amor...Que sofra o coração e dilacere a respiração, se for esse o preço para olhar em você o Deus mais perfeito!Que não passe o tempo e pingue o sangue, se é o que devo pagar para sentir no seu perfume a sedução mais sublime...
Ouvi a torneira pingando, ecoava pelos azulejos desenhando nos segundos algumas idéias gritantes, mais fortes que drogas, sem significados ou entendimento, apenas enterravam a minha mente empobrecida. Foi o bastante, afundei-me outra vez no colchão, naquele momento sem os bocejos que outrora haviam preenchido minha noite de escuridão adormecida.Macil dócil e carinhoso! Era tão difícil suportar as suas memórias, suas fotografias em todos os reflexos, seus toques em todo veludo, suas palavras em toda a sinfonia...Quão divino seria o ajo para me fazer lhe esquecer?!
Os carros pareciam esfumaçar¹ a minha paisagem. Oh!Que triste pintura!Sem árvores ou você, o dia caminhava mortífero, sufocando a minha fragilidade tão feminina...E nem da janela eu poderia pular, se você havia me trancado e levado as chaves...Nem a adaga eu poderia usar, se na chuva meu vermelho você não conseguiria notar, não na água, não na água, meu amado...
Não importava, eu podia me jogar sobre o Sol ou cegar meus pulmões, podia aceitar a maça envenenada ou ser a primeira a confraternizar verdadeiramente na miséria africana, morte, mas nada mudaria.Meus braços nunca mais lhe esquentariam...Gelado, o quarto não transpiraria mais, o fuzivel não queimaria, e minha existencia se tornaria gelo e não vapor, sobre sua divina pele umidecida...Não importava mesmo, dor por dor ainda continuamos vivendo, o céu ainda é cinza e minha respiração inúti...Mas eu lhe avisei que um dia isso aconteceria, eu lhe avisei que o tempo era curto...Eu só esqueci de avisa-lo que o destino é cruel...Meu anjo...Eu sinto muito...

¹ Uma técnica de pintura que deixa a tela "esfumaçada",

domingo, 25 de abril de 2010

Where Is The Love ?

Oláá a todos.Bom pessoal preciso me desculpar com algumas pessoas.Eu meio que sumi do Complexo.É meio complicated, escola curso, provas e mais provas e seminários e trabalhos.Ai muita coisa e acabei não parando aqui pra dar aquela escrevida.Desculpa a todos eu nem sequer comentar no que vocês escrevem, eu leio, só não comento...minha criatividade e inspiração não tem me trazido boas coisas.Se eu fosse escrever algo com um monte de coisas na cabeça ia escrever com certeza uma equação de Matemática ou uma questão de vestibular.Aii que seja..uhUAHauhHAh...Boom...aquele meu ultimo post da Jack & Sally..ESQUEÇAM...uahAUHauhhaUH..vou meio que parar aquela historia e não me perguntem porque...hehehe...Boom eu nunca postei um poema daqueles iguais da Soliny...vou tentar fazer um...Dêem ênfaze ao TENTAR...


Onde está o amor ?
Quando todos os outros estão amando ?
O brilho dos olhos some tão rapidamente
que parece que ele nunca existiu.


Onde está o amor ?
Tão óbvio e complicado
que nos mantém voando com os pés no chão
Tão rápido e delicado
que da medo de toca - lo.

Onde está o amor ?
que tanto prezamos na nossa vida
que tanto queremos pra nós mesmos
e que acabamos perdendo por motivos tão idiotas.

A vida está sem sentido,
os pensamentos se perdem,
o mundo se vira contra você
e quando mais precisamos dele
nos perguntamos...

Onde está o amor ?

sábado, 3 de abril de 2010

Soneto para o meu amor

fiquei inspirado com poemas, então ai está a minha contribuição para todos os casais apaixonados desse mundo.

"vou bater na sua face
arrancar as suas tetas
e cuspir na sua boca

eu sei que você
gosta de uma pica grande
vadia
vou comer o seu alface

se foder vos podei
foder vos eu ia
bela linda bonitona

vou te esmagar
que nem suco de tomate"

domingo, 14 de março de 2010

O amor nunca se torna obsoleto o bastante

Amigos amados! A cá estou eu novamente em mais uma daquelas explosões de inspiração para tentas a monopolia*...hsauhsauhsauahsuashuashuas(*By: FOWL)
Vou trazer para vocês, acho que meu primeiro poema que não apresenta aquele sabor grotesco do sofrimento escorrendo pelo corpo do eu-lírico!Agora vem um bunitinho \o/
Fala sobre um assunto mais que usado: o amor.Mas é claro...Mais um poema, mais uma visão sobre um mesmo assunto!Espero que gostem, se sim, critiquem...Se não ai critiquem mesmo!
Dica, eu escrevi esse poema esutando a música: Stereo Love de Edward Maya (link: http://www.youtube.com/watch?v=fCpP4j89H-4 )
Beijinhos

Foi aquela noite...Eu ainda sinto o impacto...
O nosso big-bang!
Estrelas e estrelas se espalhando pelo nosso caminho
Guiando um ao outro...
E o Sol nos nossos olhos...E a Lua em nossas mentes...


Eu posso até jurar que senti se coração...
Sufocando-me...
Bombeando as suas algemas ditero na minha paixão...
Prisão perpétua, pena de morte...
E eu era sua...E era a sorte...


O tempo veio para acalmar as asas e as guelras....
Nossos pés em Terra firme...
A ampulheta virou e você conseguiu fugir do Céu...
Me arrancou dos meus cantigos do mar...
E você num banho de água gelada...E eu aprendendo a voar...

Foi impossível se esconder!
As barras desceram a nossa volta e não nos deixaram escapar...
Cinco miligramas de coragem diretamente nas veias...
E palavras para desenhar...
Eu perto de mais...
Eu perto de mais...
Eu perto de mais...


Acabei por esquecer o que significava viver sem você...
O universo nos colocou em seus braços...
Abençou..
Mas nem esperamos que o tempo acordasse de sua soneca...
Bebemos o veneno que corria no sangue um do outro...
E eu e você morremos...Para nós nascemos...



 

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Por causa de um Poodle perdido na Neve

Vish... Solyni monopolizou o blog... Caracas, fiquei sumido por 3 meses.
Cá estou de volta, eu sou Fowl (aquele com os textos mais longos e cansativos), e aqui estou novamente para postar uma historia com começo meio e fim. Simples, mas é para que se lembrem de mim (e para que o Tsune não me demita do Blog).

A historia se trata de um Detetive que já teve seus 15 minutos de fama e glória. Quase caindo na falência, ele recebe um serviço. Um serviço valendo muita grana (é irrecusável), para fazer algo inútil (encontrar um cão), em um momento difícil (durante a neve).



POR CAUSA DE UM POODLE PERDIDO NA NEVE.


“Era domingo e eu estava com sono novamente, mas que droga. O Uísque acabou tão rápido que nem pude deixar para o domingo. Meu único dia de folga.
Caminhar pela neve também é uma droga, sem chances de ir para algum lugar onde tenha uma cachoeira linda, para apreciar com o sol quente para relaxar, ser detetive é uma praga.

Mal tenho dinheiro para outro uísque, e a cantada na garçonete já não funciona mais, tive dinheiro apenas para mais um maço de cigarro.
Até mesmo a pistola que carrego no coldre já não tem mais balas. Acho que preciso arrumar um caso urgente.

Passei pelo Beco da Valvule Street e vi alguns policiais comendo Donuts, pareciam deliciosos, mas continuava sem dinheiro ate mesmo para me alimentar. “Preciso mudar”, era tudo que conseguia dizer para minha auto-motivação de vida.

Voltei para meu apartamento e vi uma senhora com cachecol de pele de Urso, a madame estava acompanhada de quatro gorilas imensos de óculos escuros. Finalmente parecia um caso importante.

Abri a porta e eles entraram. Sem delongas. Ela me apresentou uma foto de um Poodle que eu tinha de encontrar. Mas que vergonha, um detetive que já trabalhou para o Governo saindo à procura de Poodles pela cidade.

Eles foram embora, e a madame deixou uma pequena quantia de dinheiro, e com o envelope e as fotos, uma ameaça dos gorilas. Mas que droga de mão de vaca, usando um cachecol daqueles e me deixando dinheiro suficiente para poucos litros de Uísque.

Primeiro dia de busca.
Me vesti como podia, não se esquecendo do meu estilo de Detetive, chapéu, sobretudo, e meu coldre Axilar portando uma arma sem balas.
A neve era tanta. Sempre achei que deveriam pintar Poodles de outra cor, nunca gostei de cães brancos. Acho melhor os poodles de cor laranja, ou talvez roxo. Pelo menos seria mais fácil encontrá-los na neve.
Peguei o metrô até ao lar de cães sem dono; Não encontrei nenhum poodle, pelo menos nenhum com o focinho raspado, como os da foto.

Fui para o Parque central.
Não, nenhum cachorro seria tão burro de passar por ali. Não durante neve.

Fui até a entrada de uma escola primária próxima a casa da Senhora. As crianças não haviam visto nenhum poodle perdido.

Voltei para o meu apartamento. Pela janela conseguia ver um carro todo preto me vigiando por um daqueles gorilas machões. Estava sem rumo, procurando por um cão, em uma cidade imensa de paisagem toda branca.

O que poderia fazer para encontrar este maldito cão? Alem é claro de colocar cartazes por todos os postes com o focinho raspado daquela coisinha magra.
Passaram-se uma semana, e durante todos os dias eu caminhava até o lar dos cães sem dono. E nada.

Oras, encontrar um assassino, ou encontrar provas de um crime era mais simples. Ou talvez esteja ficando velho.


Me quebraram a maçaneta da minha porta e os gorilas estavam lá parados apontando a arma para mim. Não podia fazer nada, acabei esquecendo de comprar as balas para minha arma. Resolvi gastar a grana do adiantamento com mais uísque e cigarro, alias, eu não sobreviveria sem eles. Acho que talvez tenha pensado errado.

A senhora foi muito sincera com a maquiagem borrada de tanto chorar. Eu era mesmo um detetive incompetente, e merecia mesmo levar um tiro no meio do peito.
Quando saíram, deixaram a porta escancarada. Será que queriam que todos me vissem morto? Ali? Sentado na minha poltrona de couro, com vários cinzeiros espalhados pela mesa.

Meu sangue parecia nada mais nada menos do que uma cachoeira. Daquelas que você encontra aos domingos quando vai viajar para algum lugar interessante, com o sol forte, longe da neve.
Neve me lembra Poodle, e eu estou morto por causa de um. De um maldito cão com o focinho raspado.

Este é o fim de um detetive que já teve seus 15 minutos de fama, quando trabalhava para o governo, ou então quando os detetives da Policia me pediam ajuda. Talvez eu já esteja velho demais, talvez seja hora de esquecerem meu nome. Por causa de um Poodle perdido na Neve.


É uma historia curta, espero que apreciem a mensagem que quis transmitir. Caso não percebam a mensagem, lêem do mesmo jeito. Ela foi inspirada em “Sin City” (o HQ, é claro) e um pouco em “Calvin e Haroldo”.
Enfim, é só. Eu sei que não se compara aos textos fantásticos que postam por aqui, mas, espero que gostem. E se gostaram e se acham que precisam de algum concerto, ou se quiserem apenas criticar algo que faltou, COMENTEM.